

Novos Modelos de Negócio da Indústria Criativa e a economia criativa se configura como a representação de um novo ciclo econômico, como uma resposta latente aos problemas globais atuais, em decorrência do avanço das tecnologias e inovações do século XXI, que revolucionaram a indústria musical e trouxeram novas ferramentas de produção e distribuição da música, além de novas plataformas de consumo, abrindo espaço para novos modelos de negócios.
Tendo como essência a criatividade, e a tecnologia como propulsor, esses novos modelos de negócio da indústria criativa buscam abarcar a sustentabilidade e a inclusão socioeconômica.
Há alguns séculos, o poder e a riqueza se concentram nas indústrias tradicionais. Mas na era digital, a informação e a criatividade tornaram-se os atrativos mais preciosos.
Pensar em um novo modelo de negócio da indústria criativa é, simplificadamente, através da criatividade, realizar movimentos alternativos e atuais com o intuito de captar dinheiro e promover um produto ou serviço no mercado.
Essa nova percepção deve ponderar algumas decisões estratégicas como: i) a Identidade da marca, de modo a se estabelecer como a pessoa/empresa quer ser conhecida no mercado; ii) focar e decidir quem são os clientes-alvo da empresa, de forma a direcionar e produzir conteúdo para aquele público específico; iii) ao identificar o público específico, definir qual é o melhor canal, mídia ou estratégia para atingi-lo; sempre voltando-se para as tendências do mercado e o comportamento de seus consumidores.
Essas inovações do modelo de negócio na indústria criativa são diferentes das demais inovações, pois ao contrário daquelas, a transformação do negócio será mais intensa, principalmente na era da tecnologia, em que, através dos meios digitais, não existem fronteiras nem limites geográficos.
O que se observa é que cada dia mais, principalmente em meio à crise da indústria que vivemos atualmente, novos artistas, empresas e empreendedores têm se adaptado à essas transformações digitais, para não se tornarem defasados.
A economia criativa responde assim, de maneiras diferentes à influência das novas tecnologias, incorporando-as como promotoras de crescimento econômico e principalmente como opção de renovação das indústrias.
Esses novos modelos de negócios surgem, principalmente, como uma alternativa à diferenciação de produtos e serviços no mercado, com um enorme potencial estratégico de remodelação do setor inteiro. Veja, ainda, que eles não exigem necessariamente alterações inéditas, radicais ou caras, ou ainda contar com inovação e tecnologia de ponta – muito embora sejam facilitadores. Basta a criatividade para a criação de novos produtos, para adicionar funções a um produto existentes ou ainda alterar e adaptar processos de comercialização.
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